Outra
Verdadeiramente só
eu preciso estar-
com infinito anseio
do poema verdadeiro.
Mágoa nova,
que sequer partiu.
Com as mãos embebidas do sangue próprio,
esqueço a insanidade imanente.
Esqueço e vejo passar...
Amputada como os cadáveres que almocei,
eu hei de ser outra,
que saiba se salvar desta vaidade de escrever.
eu preciso estar-
com infinito anseio
do poema verdadeiro.
Mágoa nova,
que sequer partiu.
Com as mãos embebidas do sangue próprio,
esqueço a insanidade imanente.
Esqueço e vejo passar...
Amputada como os cadáveres que almocei,
eu hei de ser outra,
que saiba se salvar desta vaidade de escrever.

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