No pride
Culpada. Admito. Pelo dedo torto, pelas calçadas desertas, pelo cigarro apagado...Ninguém mais. A crueldade é sempre minha, mãe obscura do universo. Que ventem os ventos desmesuradamente, o caos é sempre meu. Do sangue fresco da galinha, fiz meu altar e rastejei como ninguém mais poderia. Eu ria, ria, ria...Os homens todos a me oferecer castelos e reinos límpidos, promessas de amor terno, o exato amor proibido. Com meu feitiço me bastei e arranquei suas vísceras como ninguém mais o faria. Enfeitei-me com seus restos e os tive inteiros...No pride, no pride, she's no one's bride.

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