O híbrido
Acreditar na poesia.
Eu preciso crer.
A tempestade em mim...
Há tempestade.
Eu queria que este verso me redimisse
e quem sabe um dia
eu me visse assim cicatrizada.
Meu corpo dói, demais.
É que a vida parece vir em ciclos
e nada de me fazer sair do lugar.
Ouço vozes e anseio pelo êxtase salvador.
Salvar a dor em algum pedaço de papel
talvez pudesse me tornar mais leve.
Eu queria profundamente fazer deste poema uma razão de existir.
Uma lança na garganta ameaça o meu desbafo
e há muito sangue.
Alguém me ouve?
Eu preciso crer.
A tempestade em mim...
Há tempestade.
Eu queria que este verso me redimisse
e quem sabe um dia
eu me visse assim cicatrizada.
Meu corpo dói, demais.
É que a vida parece vir em ciclos
e nada de me fazer sair do lugar.
Ouço vozes e anseio pelo êxtase salvador.
Salvar a dor em algum pedaço de papel
talvez pudesse me tornar mais leve.
Eu queria profundamente fazer deste poema uma razão de existir.
Uma lança na garganta ameaça o meu desbafo
e há muito sangue.
Alguém me ouve?

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