
me diga quem é o mar?
que eu vou lá...
me diga quem é mulher
me fale do mal-me-quer
e me dê um pouco de paz..
não mais, nunca mais.
Eu posso não ser eu mesma,
e tanta e quanto tudo o que sou,
mas venho e ponho a mesa,
a rima, a prima, o vôo.
e pode ser que nada,
seja o anverso,
que tudo seja mesmo verso.
assim, banal como banana,
me despeço.

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