Ao Turco
diga que de todos os amores, foste o mais real
e que tudo a minha volta ficou claro.
diga do meu amor, maior que tive,
da imensidão dos braços meus
no teu encontro.
diga dos beijos incansáveis,
do colorido desses dias
e que foste o pioneiro nesse mundo.
e esconda a mágoa como eu o faria,
ainda que me tenhas tomado num só gole
para me esquecer pela eternidade.
é que a verdade bateu aqui na porta
e me deixou posta essa saudade
de uma vida inteira ao teu lado.
e se nada fui, diga do deslumbre fulgás,
diga que me usou como uma puta
e com cinismo, diga que ainda estou lhe esperando.
diga, que assim não estarás mentindo.
diga que de todos os amores, foste o mais real
e que tudo a minha volta ficou claro.
diga do meu amor, maior que tive,
da imensidão dos braços meus
no teu encontro.
diga dos beijos incansáveis,
do colorido desses dias
e que foste o pioneiro nesse mundo.
e esconda a mágoa como eu o faria,
ainda que me tenhas tomado num só gole
para me esquecer pela eternidade.
é que a verdade bateu aqui na porta
e me deixou posta essa saudade
de uma vida inteira ao teu lado.
e se nada fui, diga do deslumbre fulgás,
diga que me usou como uma puta
e com cinismo, diga que ainda estou lhe esperando.
diga, que assim não estarás mentindo.

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